Justiça cognitiva

Justiça Cognitiva – é uma ideia avançada por Boaventura de Sousa Santos e Paula Meneses do CES.UC, que é apresentado no livro Gramática do Tempo (2006). No âmbito da  reconstrução epistemológica (confrontação entre conhecimento regular e conhecimento emancipador) é necessário buscar uma “ecologia dos saberes” isto é um processo em se se objetiva a igualdade nas relações entre os distintos saberes, em
busca de vibilizar outras formas de saber, com destaque para o conhecimento subalternizados, por vezes reduzido e silenciado pelos processos de colonialidade. O objetivo é aumentar a diversidade epistémica no mundo, aqui definida como  justiça cognitiva. Um processo em que os diferentes conhecimentos contribuem para o conhecimento do mundo como proposta emancipatória

 

Texto de Teresa Cruz, Universidade Edurado Modlane

Justiça cognitiva, Identidades e Diáspora